2026: Um ano crítico para a Gestão de Saúde nas empresas
O cenário da saúde corporativa em 2026 está diferente. Planos de saúde se tornaram não apenas um benefício valorizado, mas um dos maiores desafios financeiros e operacionais para o RH.
Com custos crescentes, colaboradores mais exigentes, mudanças regulatórias e a consolidação da saúde digital, gestão de benefícios deixou de ser transacional e passou a ser estratégica.
Hoje, não basta renovar um contrato ou ajustar uma rede credenciada. O RH precisa analisar indicadores, negociar smarter, comunicar melhor, integrar soluções e, principalmente, assumir protagonismo na governança da saúde.
Este artigo apresenta os 5 grandes desafios enfrentados pelo RH em 2026, explicando cada um deles com profundidade técnica — mas de forma clara — e trazendo caminhos práticos para superá-los.
Reajustes e custos crescentes: o maior desafio do RH em 2026
Os reajustes dos planos de saúde continuam sendo um ponto crítico. Além do aumento natural da inflação médica, fatores como:
- maior demanda por consultas e exames,
- alta utilização de pronto atendimento,
- aumento de tratamentos complexos,
- expansão dos custos hospitalares,
- maior prevalência de doenças crônicas,
- uso maior de terapias e procedimentos de alto custo fazem com que reajustes se tornem imprevisíveis.
Por que isso afeta tanto o RH? Porque o orçamento anual precisa contemplar:
- renovação de contrato,
- possíveis aumentos,
- sinistralidade acumulada,
- margem para imprevistos,
- necessidades específicas da empresa.
Como enfrentar esse desafio? A solução passa por três frentes:
1) Análise técnica da sinistralidade
Mapear:
- procedimentos mais utilizados,
- setores com maior consumo,
- padrões de uso emergencial.
2) Reestruturação do desenho de plano
Exemplo:
- trocar redes hospitalares premium por redes referência,
- incluir coparticipação moderada,
- montar planos escalonados.
3) Prevenção como estratégia de custo
Programas de prevenção e saúde ativa reduzem sinistros futuros.
Com o apoio consultivo da Brisk, o RH consegue compreender o cenário, negociar melhor e implementar um modelo sustentável.
Engajamento em saúde preventiva: o problema invisível que aumenta gastos
Um dos grandes mitos é acreditar que colaboradores usam o plano de saúde apenas quando precisam. A realidade é inversa: A falta de prevenção leva ao uso emergencial — que é muito mais caro para a empresa.
Os colaboradores, muitas vezes, não realizam:
- exames anuais,
- consultas preventivas,
- avaliações nutricionais,
- acompanhamento com especialistas,
- check-ups básicos.
Isso gera um ciclo nocivo:
- Colaborador ignora sintomas.
- Doença evolui silenciosamente.
- Procura atendimento apenas quando está grave.
- Custo do tratamento aumenta.
- Sinistralidade cresce.
- Reajuste explode.
Soluções práticas
- Campanhas de check-up semestrais,
- Gamificação da prevenção,
- Comunicação contínua via RH,
- Parcerias com clínicas e laboratórios,
- Programas de ergonomia e saúde mental.
Empresas que aplicam essas práticas reduzem significativamente sinistros, absenteísmo e consultas emergenciais.
Falta de educação em saúde: colaboradores que não entendem o plano custam mais
Grande parte do uso inadequado do plano de saúde ocorre por desinformação. Colaboradores acessam serviços de forma errada e geram custos desnecessários.
Exemplos comuns:
- Uso excessivo de pronto atendimento para casos simples
- Consultas duplicadas
- Procura direta por especialistas sem triagem
- Repetição de exames
- Falta de entendimento sobre rede credenciada
- Dificuldade em entender coparticipação
O RH acaba sobrecarregado com dúvidas que poderiam ser resolvidas com ações simples de comunicação.
O que a empresa pode fazer
- Treinar lideranças para orientar suas equipes,
- Criar materiais de fácil entendimento,
- Vídeos curtos explicando como usar o plano,
- Documentos com perguntas frequentes,
- Webinars e encontros curtos sobre saúde,
- Comunicação contínua — não apenas na renovação.
Quando o colaborador entende como usar, ele utiliza bem — e o RH ganha autonomia.
Integração entre saúde física, mental, digital e benefícios flexíveis
O mundo corporativo mudou: hoje, o ecossistema de saúde não se limita mais ao plano médico tradicional.
Um pacote moderno integra:
- plano de saúde,
- telemedicina,
- psicologia online,
- programas de bem-estar,
- ergonomia e fisioterapia,
- ginástica laboral,
- seguro medicamentos,
- plano odontológico,
- health analytics.
Essa abundância é positiva, mas exige muito do RH, que passa a coordenar múltiplas soluções, plataformas e parceiros.
O grande desafio: integração.
É a soma das soluções que reduz sinistros — não a existência isolada delas.
Como integrar de forma eficiente
- Criar um calendário anual de ações de saúde,
- Integrar plataformas e dashboards,
- Unificar dados de uso,
- Identificar perfis de risco
- Automatizar campanhas de prevenção,
- Padronizar comunicados e trilhas de uso.
A Brisk auxilia empresas a conectar os pontos, transformando vários serviços desconexos em um programa consistente de saúde corporativa.
Compliance e segurança de dados: o RH agora precisa ser guardião da informação
Com a evolução da LGPD e novas diretrizes da ANS, o RH passou a ter responsabilidade ampliada na proteção de dados de saúde. Essas informações são classificadas como dados sensíveis, portanto, requerem:
- controles internos,
- processos padronizados,
- uso seguro de plataformas,
- monitoramento de acessos,
- revisões periódicas,
- apoio jurídico especializado.
Além disso, seguradoras e operadoras precisam estar alinhadas com regras de proteção e transparência.
Desafios mais comuns com dados sensíveis
- Falta de padronização documental,
- Armazenamento inseguro,
- Processos manuais,
- Compartilhamento inadequado de informações,
- Falta de trilhas claras de responsabilidade.
Como resolver
- Implementar fluxo padronizado de gestão de documentos,
- Usar plataformas seguras de integração,
- Treinar RH sobre dados sensíveis,
- Cumprir exigências regulatórias na renovação,
- Contar com apoio técnico de uma corretora como a Brisk.
Com isso, o RH evita riscos jurídicos e garante tranquilidade operacional.
O papel da cultura organizacional: saúde como pilar estratégico
Um grande desafio (e pouco falado) é transformar saúde corporativa em cultura ativa. Não basta oferecer plano. É preciso operar a saúde como um pilar real do negócio.
Empresas bem-sucedidas criam cultura através de:
- campanhas regulares,
- lideranças engajadas,
- comunicação constante,
- incentivos claros,
- políticas de bem-estar,
- ambientes mais saudáveis,
- avaliações anuais,
- ações contínuas e não pontuais.
Por que isso é importante?
Porque colaboradores engajados:
- usam menos pronto atendimento,
- fazem mais prevenção,
- apresentam menor absenteísmo,
- se sentem cuidados,
- produzem mais,
- geram menor sinistralidade.
Como o RH pode superar todos esses desafios com suporte especializado?
A Brisk é especialista em gestão estratégica de benefícios com 33 anos de atuação no mercado. Isso significa:
- expertise técnica real,
- negociação segura,
- apoio regulatório,
- análise profunda da sinistralidade,
- estruturação do plano corporativo ideal,
- integração com soluções digitais,
- suporte ao RH,
- comunicação interna estruturada,
- redução de custos e riscos,
- melhoria da experiência do colaborador.
A Brisk torna a complexidade simples. E transforma um plano de saúde em um programa robusto de gestão de saúde corporativa. O RH de 2026 não atua apenas em benefícios: atua em gestão estratégica de pessoas e saúde
Os desafios aumentaram. A pressão cresceu. A complexidade se intensificou.
Mas empresas que adotam uma gestão inteligente, integrada e baseada em dados conseguem:
- reduzir custos,
- melhorar a saúde da equipe,
- simplificar processos,
- aumentar engajamento,
- reforçar employer branding,
- e estabilizar a sinistralidade.







